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Compromisso com o menor risco de contágio

O transporte coletivo de passageiros vem enfrentando diversos desafios desde o início da pandemia. As empresas de ônibus vêm se reinventando e adotando medidas de higienização e segurança para continuar transportando os cidadãos e possibilitando que todos os serviços essenciais fossem mantidos. Ainda assim, muitos questionamentos foram levantados sobre a segurança de passageiros e colaboradores em relação ao contágio da Covid-19. 

A Associação Nacional das Empresas de Transportes Urbanos (NTU) está constantemente realizando levantamentos e estudos para entender as dificuldades e os acertos do transporte público dentro desse novo contexto. Em um primeiro levantamento, a NTU constatou que a principal medida de proteção adotada pelas empresas brasileiras foi a higienização dos veículos - 45% da amostra. A medida é seguida da limitação de passageiros, adotada por 30%, o uso obrigatório de máscaras também foi determinado por 30% das companhias e a circulação exclusiva dos coletivos com as janelas abertas é seguida por 24%. Cuidados que também estão sendo tomados pelas empresas capixabas desde março. 

Além disso, a bilhetagem eletrônica também tem sido uma aliada na redução do contágio da Covid-19. A medida, já adotada exclusivamente na região metropolitana do Espírito Santo, segue as tendências apontadas pela Organização Mundial da Saúde (OMS), que constatou que o dinheiro é uma via de contágio do novo Coronavírus, já que ele pode permanecer ativo nas cédulas num período de três a cinco dias. Isso porque um indivíduo contaminado que manuseia o dinheiro lavar as mãos pode contaminar o receptor da cédula. Assim, os cobradores correriam altos riscos de infecção caso a proibição do pagamento de passagens em dinheiro não fosse decretada. 

E o balanço mais recente da NTU comprova que todos os cuidados estão se mostrando eficazes. Isso porque a Análise da Evolução das Viagens de Passageiros por Ônibus e dos Casos Confirmados da Covid-19 mostrou que o transporte coletivo não está associado ao aumento dos casos de Covid-19. O estudo foi feito em 15 sistemas de transportes públicos urbanos por ônibus no Brasil, responsáveis por 171 municípios, incluindo a cidade de Vitória, entre 29 de março e 25 de julho.  

Como resultado da análise, que confrontou os dados do Sistema Único de Saúde (SUS) com os da demanda por transporte, calculados pela própria NTU, houve a constatação de que não há nenhuma evidência de que o aumento do número de passageiros teve relação com o crescimento de casos confirmados da doença. 

O que quero dizer é que, ao longo do novo normal, as empresas de transporte de passageiros vêm, a nível nacional, se desdobrando e se reinventando para proporcionar um transporte seguro e responsável. Os novos dados da NTU comprovam que nós, enquanto sindicato, e nossas empresas parceiras estamos no caminho certo para oferecer aos nossos passageiros e colaboradores ônibus seguros e, na medida do possível, livres do novo Coronavírus.  



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